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6 Indicadores do negócio em franquia que podem contribuir para o sucesso

Transformar franqueados em empresários tem sido o maior desafio das principais redes de franquias no Brasil, porque ainda há uma impressão de que é só comprar uma franquia e ter sucesso garantido. Agir como empresário passa por uma série de mudanças na atitude dos franqueados e também das franqueadoras, que devem estruturar programas de capacitação visando esse objetivo principal.
Entender os principais números do negócio se torna crítico para o sucesso ou quebra da franquia e estão descritos a seguir:

– Faturamento ou Receita Bruta: É o valor total da venda e de outras receitas de uma empresa, antes de qualquer dedução de impostos e de custos. Também pode ser chamada de faturamento da empresa e é considerado um indicador de volume de vendas e não necessariamente de saúde financeira e nem de resultados.

– Lucratividade e Rentabilidade: refere ao lucro do negócio em percentual, ou seja, se as entradas de caixa forem maiores que as saídas, a empresa terá lucro na operação e portanto será lucrativa. A lucratividade é diferente da rentabilidade, que se refere aos resultados da empresa em relação aos investimentos realizados no negócio.

– Margem Bruta: uma operação de varejo é a diferença entre o preço de venda menos o custo da mercadoria vendida (o quanto a unidade pagou pelo produto). A margem bruta é um importante indicador de eficiência e atratividade do negócio. Se um produto tem a margem bruta pequena, será necessário alto volume de vendas para se obter um lucro razoável, ou por outro lado, exigirá uma operação com despesas mais baixas.

– Payback (retorno de investimento): É o tempo que leva para os lucros acumulados de um negócio atingirem o mesmo valor do capital que foi lhe empregado. É o momento a partir da implantação do negócio em que o seu fluxo de caixa acumulado se torna positivo, ou melhor, é o tempo que leva para um negócio retornar o dinheiro investido pelos sócios.

– Ponto de Equilíbrio: é o valor de faturamento suficiente para pagar todos os custos e despesas, tanto variáveis quanto fixas. Uma unidade que está no Ponto de Equilíbrio não tem lucro nem prejuízo e portanto, não deverá haver aporte de capital pelo investidor / franqueado.

– Capital de Giro: É o dinheiro utilizado para comprar os produtos e para cobrir as despesas da operação, ou seja, é o dinheiro que a empresa precisa no dia a dia para funcionar. Este dinheiro pode ser proveniente de recursos próprios, como o próprio lucro reinvestido no próprio negócio ou o investimento de seus proprietários. Na falta de recursos próprios, a empresa precisa pegar dinheiro emprestado dos bancos, pagando juros sobre estes valores e diminuindo assim a geração de caixa do negócio.

Obviamente esses são alguns dos principais indicadores que todos os empresários deveriam conhecer e analisar constantemente, inclusive traçar planos de ações corretivos no caso de resultados inferiores aos praticados pela Rede de Franquias.

Adir Ribeiro é Presidente e Fundador da Praxis Business