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Importância da Capacitação nas Redes de Franquias

TENDÊNCIAS DO VAREJO

O varejo vem sendo impactado fortemente por várias tendências e realidades dentro desse contexto de transformações.

A tecnologia e a forma de acessar o consumidor final mudaram muito nos últimos anos, essa prática tem exigido das empresas varejistas uma constante e rápida atualização de seus modelos de negócios.

Acompanhar essas transformações e impactos para as Franqueadoras e Varejistas tem sido uma de nossas principais buscas e inquietudes na Praxis Business, utilizando como fonte de inspiração a nossa participação em diversos eventos internacionais, a saber:

  • NRF (National Retail Federation, Nova York)
  • Euroshop (Dusseldorf, Alemanha)
  • IFA (International Franchise Association)
  • Vale do Silício (StartSe) – Missão Executiva no Vale
  • NACS (National Association of Convenience Stores)
  • ATD – Association for Talent Development (maior congresso mundial de treinamento e educação corporativa), entre outros.

Construímos um Roadmap (mapa do caminho) com as principais transformações que a nossa curadoria pode realizar e que é impactada pela Tecnologia e, apesar de não constar como um tópico por si só, é provavelmente a maior catalisadora de todas essas mudanças, por estar cada vez mais acessível às pessoas e às organizações de modo geral:

  • Experiência de consumo

Fisital
Resolver problemas (desejos/necessidades)

  • Transformação Digital

Modelo de negócios
Dados e Processos
Novo Mindset

  • Capital Humano

Engajamento
Novas habilidades
Organizações Ágeis

  • Ponto de Venda

Conexão Humana
Relevância

Cada vez mais, o ecossistema favorece o surgimento de novos negócios, muitas vezes disruptivos, que mudam toda uma cadeia de valor e que tem impacto direto sobre o Varejo.

Muito se comentou na década anterior e no começo dessa que a loja física iria perder sua importância ou até poderia sumir de vez do mercado, dada a força do e-commerce, das plataformas móveis (mobile), do marketplace e das mídias sociais cada vez mais relevantes. Fato é que ocorreu muita transformação nesse sentido, mas a loja física toma nova dimensão se compreendermos o contexto de transformações.

  • Experiência de Consumo – Tornou-se essencial avaliar a experiência do cliente e acompanhar esse desejo por coisas novas, seja na atuação física ou digital, o que chamamos de Fisital (termo usado por Darrel Rigby, na Revista Harvard Business Review, set/14) ou Omnichannel. Na essência, as empresas varejistas não têm que se preocupar em ser digitais ou físicas, mas em atender e resolver os problemas e desejos dos clientes, que hoje podem decidir entre várias opções disponíveis no mercado. Mapear a jornada do consumidor se torna fundamental.
  • Transformação Digital – Mais do que digital, a transformação tem sido cultural, e esta segue impactando todos os negócios no presente século. É certo que somente as empresas que nasceram analógicas precisam passar por essa transformação. Esta tem sido uma jornada extremamente desafiante para todos. Coletar dados e revisar processos são consideradas as principais lições de casa e revisar o modelo mental (crenças) sobre as novas possiblidades complementam essa jornada instigante e recompensadora da transformação, que amplia o valor das empresas no geral.
  • Capital Humano – Este é um pensamento unânime entre os participantes dos eventos internacionais focados no varejo, a saber: a dificuldade de as pessoas disponibilizarem-se para as transformações tão necessárias. O maior desafio será desenvolver novas habilidades e competências focadas em hard skills (competências técnicas) e também em soft skills (competências socioemocionais). Entender que as organizações precisam ser cada vez mais ágeis e dirigidas por propósitos (“mission driven Companies”) autênticos e reconhecidos pelas equipes e pelo mercado, traduzindo-se em maior engajamento das pessoas, franqueados e clientes.
  • Ponto de Venda – Tendência de que o ponto de venda para se tornar relevante tenha que passar por uma absoluta transformação em seus aspectos de exposição de produtos, de sinalização, de preparo das equipes, de estoques, ou seja, com muita tecnologia embarcada para gerar a melhor experiência de consumo e uma total integração de canais de vendas e acesso ao mercado (omnichannel).

Obviamente, essas são tendências macro e bem generalistas para servir de referência e inspiração para que as empresas possam se atualizar e se aprofundar no entendimento de seus mercados e, claro, consumidores.